quinta-feira, 29 de agosto de 2013

DROGAS X ESPORTE: A MACONHA CAUSA PICOS DE PRESSÃO E RISCOS CARDÍACOS

Análises estatísticas mostram que o risco de infarto agudo do miocárdio aumenta 4,8 vezes nos primeiros 60 minutos após o uso de maconha. 

Primeiramente me surpreende a postura de alguns políticos em não considerar a maconha como perigosa para a saúde. Só posso pensar que são movidos por ignorância cientifica! Quanto ao aspecto policial-econômico não iremos abordá-lo neste artigo.

Segundo a medicina, essas drogas são alucinógenas, causam dependência e graves sequelas aos seus usuários. Os aspectos ditos "medicinais" atualmente são bem delimitados, apenas para certas doenças graves, incapacitantes e incuráveis, onde seus efeitos psiquiátricos, entre outros, servem para “anestesiar o sofrimento”. Não é um produto medicinal de uso generalizado, até onde chegaram as inúmeras pesquisas sérias.

Os efeitos cardiovasculares são bem descritos na literatura médica e um artigo de forte impacto científico nos chama a atenção: “Infarto do Miocárdio desencadeado pela maconha” (Triggering Myocardial Infarction by Marijuana) do respeitado autor Mittleman MA, e colaboradores, na revista de maior importância na cardiologia mundial (Circulation - Vol: 103 - Págs: 2805-2809; 2001).

O princípio ativo da maconha é o THC, que fica depositado nas células gordurosas do corpo. Seus efeitos duradouros aumentam com o incremento das doses, e os principais sinotmas são:

1) Taquicardia paroxística em repouso, ou seja, importante elevação da frequência cardíaca (pulsação) que pode atingir o dobro da habitual em repouso. E não estou falando em “overdose”.

2) Extrassístoles ventriculares e supraventriculares são muito frequentes e surgem em geral, após aproximadamente 20 minutos do inicio de seu consumo.

3) Súbita e importante elevação da pressão arterial (alcança rapidamente 200 x 110 mm Hg) na posição deitada, queda da pressão se ficar de pé, provocando o que chamamos de síncope cardiogênica.

4) Aumento da absorção de monóxido de carbono, que provoca dificuldades respiratórias graves e redução do transporte de oxigênio para o coração.

5) Prejudica a atividade física de modo irreparável por alguns dias, tanto na resistência como na técnica da modalidade esportiva, até no simples caminhar.

Com base nas análises estatísticas observou-se um risco de infarto agudo do miocárdio 4,8 vezes maior nos primeiros 60 minutos após o uso da maconha comparando com os períodos de não uso. Ainda outros estudos, encontraram lesões de fibrose no miocárdio pela ressonância magnética do coração, os temidos focos de arritmias cardíacas complexas e graves, complicações diferentes do infarto do miocárdio.

Todos os efeitos se repetem, em grau ainda m ais avançado, em usuários do skunk, espécie de maconha com altíssimo teor de THC.

Por Dr. Nabil Ghorayeb - Especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte

Artigo publicado em portal EU Atleta

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

EXERCÍCIOS FÍSICOS E OS BENEFÍCIOS PARA DIABÉTICOS

No Brasil, estima-se que sete milhões de pessoas sofram de diabetes. Especialistas afirmam que a principal causa do problema é a rotina com maus hábitos alimentares e falta de atividade física regular.

O exercício físico desempenha um importante papel na prevenção e controle da resistência à insulina, proporcionando controle da pressão arterial e melhora da composição corporal e condicionamento físico. Após uma análise criteriosa, é possível aplicar programas de treinamentos aos alunos diabéticos similares aos programas aplicados a não portadores da doença crônica. Além disso, há também a possibilidade de utilizar o volume de treino semelhante aos pacientes comuns, porém, é claro, que o aluno precisa procurar antes um profissional que avalie as suas necessidades e restrições.

Durante os exercícios, algumas alterações metabólicas ocorrerão de forma aguda em resposta ao treinamento, por isso, o aconselhável é que o aluno verifique o nível de glicose através do teste de glicemia. Os níveis de glicose sanguínea não devem estar abaixo de 100mg/dl, mas caso aconteça, é recomendável fazer um lanche a base de carboidrato para aumentar a glicose sanguínea, evitando a hipoglicemia durante a prática de exercícios físicos. Vale ressaltar que o aluno também pode praticar qualquer modalidade, desde que tenha um controle rigoroso sobre o volume e intensidade que sejam adequados ao seu caso. Por isso, o profissional de Educação exerce um papel importante para esse aluno, tendo que além do cuidado com a saúde física, ficar atento aos fatores psicológicos do indivíduo, que pode se sentir constrangido ou desconfortável por conta dos sintomas da doença. Portanto, o profissional deve auxiliar de todas as formas possíveis para que o aluno sinta prazer do começo ao fim na hora de realizar seu treino.

Por Jornalismo Portal EF

terça-feira, 13 de agosto de 2013

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

AGACHAMENTO: MITOS E VERDADES SOBRE ESSE EXERCÍCIO

Ao longo de décadas foram cultivadas crenças e opiniões infundadas, baseadas em conhecimento empírico. Inúmeros praticantes de academia e até mesmo professores formaram opiniões sem base cientifica sobre esse exercício (agachamento). Nesta matéria, tentaremos esclarecer uma questão discutida anos.

Afinal, no agachamento pode ou não o joelho ultrapassar a ponta do pé?
Este mito foi criado baseado em suposições e opiniões de praticantes que vieram a ser instrutores no modelo antigo de gestão de academias, clubes e outros locais de pratica de exercícios. Esta crença baseia-se na premissa de que, não projetando seu joelho para frente, o agachamento se torna mais “seguro”. Para entender o que seria ou não seguro, tentaremos dar uma visão geral sobre o agachamento e suas particularidades.
Existem inúmeras formas de realizar este exercício: com os pés afastados, com os pés unidos, o famoso agachamento sumô, na máquina, com barra livre e assim por diante. Não queremos aqui dar receita ou dizer o que é certo ou errado; a intenção aqui é esclarecer e orientar o praticante para uma melhor escolha em um programa de treinamento. Quando realizamos um agachamento, nosso corpo solicita inúmeras estruturas para vencer a resistência imposta, seja ela do próprio corpo ou de pesos. Estas estruturas dividem o peso de acordo com a posição em que se encontra o corpo, pois existe um ponto central de aplicação de carga que é chamado de centro de gravidade. Este centro de gravidade é o ponto onde a gravidade age com maior intensidade, gerando uma sobrecarga maior naquele ponto.
Centro de gravidade
Onde se encontra o centro de gravidade?
Na posição ortostática, o centro de gravidade está localizado próximo à região do umbigo, e é neste ponto que se aplica a força idade. Quando afastamos um segmento da linha medial do corpo, o centro de gravidade muda de posição, fazendo com que este se desloque de acordo com o movimento realizado. Agora que sabemos onde e como funciona o deslocamento do centro de gravidade e sua aplicação de força, ficou mais fácil entender uma coisa.
 
No que o centro de gravidade influencia no agachamento?
Ao realizar um agachamento em que os joelhos não ultrapassam a ponta do pé, adotamos posturas diferentes para um exercício livre ou na máquina. No agachamento livre, para equilibrar o corpo, projetamos o quadril para trás e a cabeça para frente; isso faz com que o centro de massa se desloque para frente, sobrecarregando totalmente as estruturas que envolvem a região lombar, tirando grande parte da sobrecarga sobre o quadríceps e jogando para o glúteo e extensores do quadril. Ao realizar este exercício na máquina, o praticante, para não ultrapassar o joelho da ponta do pé, retifica sua lombar e projeta os pés para frente.

Esta
manobra gera uma sobrecarga imensa nos joelhos, e somada a um ângulo de 90º, que é um dos pontos de maior compressão patelo-femoral que existe, com certeza irá gerar uma lesão no joelho, e quando se trata da retificação da coluna lombar, este movimento faz com que esta região suporte menos sobrecarga, aumentando assim, o risco de lesão para esta região também.

E quanto às estruturas envolvidas no agachamento?
Este pode ser considerado um dos exercícios mais completos e complexos que existem, pois a composição de músculos, articulações e tendões envolvidos é imensa. Mas, por hora, vamos nos ater a uma articulação em particular para entendermos melhor sobre a questão de não ultrapassar o joelho da ponta do pé. Vamos falar sobre a articulação do tornozelo, que é extremamente importante neste exercício. Para o praticante realizar o exercício (agachamento) sem ultrapassar o joelho da ponta do pé, esta articulação fica praticamente imóvel. Esta ação sobrecarrega outras estruturas. Quando o praticante ultrapassa o joelho da ponta do pé, as forças que agem sobre o ALH (aparelho locomotor humano) são distribuídas entre as estruturas envolvidas, gerando uma dorsiflexão do tornozelo, fazendo com que o tibial posterior se contraia. Esta ação do tibial posterior gera uma rotação interna da tíbia, consequentemente, uma rotação externa do fêmur, diminuindo assim o ângulo Q.
Concluímos que, do ponto de vista da segurança e da eficiência, distribuir a carga entre as estruturas envolvidas em qualquer movimento realizado pelo ALH (aparelho locomotor humano) é a melhor estratégia a ser adotada. Claro que existem inúmeras outras variações e estratégias de treinamento, e cabe ao professor responsável pela montagem do programa escolher a que melhor se aplica à pessoa em questão. Nesta matéria, tentamos apenas derrubar mais um mito, e não colocar o que é certo ou errado, pois não acreditamos em exercícios certos ou errados, e sim, em exercícios mal aplicados e mal colocados.
Obs: O mesmo exercício que pode te salvar pode te matar. Existe uma linha sutil entre o sucesso e o fracasso. Apenas o profissional de Educação Física saberá manter o praticante do lado do sucesso em cada exercício.  Exija um profissional formado e inscrito no CREF, se necessário, peça para que o mesmo se identifique com seu RG profissional.
 
Revisão de texto:  M. Nomura ( Matéria retirada do Portal da Educação Física) 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

INICIAR O DIA COM ATIVIDADE FÍSICA AJUDA NO CONTROLE DO APETITE


Dormir uma horinha a menos pode fazer uma diferença imensa no dia - e para melhor. Na teoria parece fácil e é bem simples também na prática – a dica é ter como a primeira tarefa do dia o treino na academia.

Além de conseguir reservar aquele tempo precioso para ter mais saúde, essa mudança pode trazer inúmeros benefícios, tanto para o corpo, quanto para regular o apetite. É o que diz uma recente pesquisa feita pela Universidade do Texas (EUA). Segundo o estudo, ter a rotina de exercícios logo pela manhã pode diminuir a fome durante o dia inteiro.

Praticar atividade física logo cedo também ajuda a ter disposição de sobra ao longo do dia. Isso acontece porque o cérebro manda mais oxigênio para todos os músculos e tecidos, fazendo com que o sistema cardiovascular trabalhe com mais eficiência, o que aumenta a disposição. Com isso, o organismo já começa o dia a todo vapor, diminuindo a tensão durante a jornada inteira. Além disso, escapar do treino fica bem mais difícil, já que as desculpas como estresse e cansaço do final do dia podem ser postas de lado. Assim, as obrigações dos dias não farão com que a atividade física seja deixada de lado por falta de tempo ou disposição. Não podemos esquecer que o nível de estresse diminui, graças à atuação dos hormônios como a endorfina e a serotonia. Porém, fazer a atividade física logo cedo não é razão para dormir pouco. Para o exercício trazer os reais benefícios, é preciso que a noite de sono dure, pelo menos, 6 horas. Com tudo programado, só não se pode esquecer-se de fazer uma refeição bem leve antes do exercício físico. O ideal é comer uma fruta, uma barra de cereal ou até um iogurte. Já depois, é importante repor todos os nutrientes que estão faltando para o metabolismo se recompor com um bom café da manhã!

Por Jornalismo Portal EF


sexta-feira, 26 de julho de 2013

ALIMENTOS ENLATADOS: DOENÇAS E GANHO DE PESO.

No mundo moderno, dificilmente as pessoas conseguem se livrar totalmente de alimentos industrializados. Por mais que se tente, é praticamente impossível, ante a dependência de alguns deles para complementar a alimentação.
 
Mesmo assim, quanto mais próximo do natural, melhor a alimentação. E, isto é importante tanto em questões de saúde, como em estéticas. Estudos comprovam que o excesso de sal e o alto teor calórico em alimentos em conserva, enlatados e similares tem se tornado o vilão de muitas dietas de emagrecimento. O sal atrai água, faz inchar, piora a circulação e força o trabalho das células e tecidos de todo o organismo.
Além disso, ainda há o risco à saúde devidos à presença de aditivos químicos:  houve um considerável aumento do Bisfenol-A,  substância usada no revestimento plástico interno dos enlatados, especialmente de sopas e produtos como feijões e alimentos prontos. O Bisfenol é utilizado para revestir as embalagens porque evita que os líquidos provoquem ferrugem na lata.
Os coordenadores da pesquisa confirmaram a relação entre o Bisfenol-A e o descontrole de hormônios em mulheres. Em alguns países, a substância já é proibida. Na União Européia, por exemplo,  produtos industrializados a base de plástico e que contenha o Bisfenol-A é expressamente proibido. Na Dinamarca, mamadeiras plásticas são proibidas; pois, o aquecimento do leite libera o Bisfenol-A presente no revestimento desse tipo de  mamadeira.
Pesquisadores alertam que os fabricantes de enlatados aumentaram muito a quantidade de Bisfenol-A no revestimento plástico interno das latas e de outras embalagens nas últimas décadas, o que coloca em risco a saúde da população.
E, já estão confirmados a ligação do Bisfenol-A com o surgimento de doenças cardíacas, diabetes e problemas hormonais em mulheres. Além, da questão do excesso de sal e de calorias, o que está diretamente associado ao aumento de peso, convém evitar  produtos enlatados por motivos de saúde também.

sábado, 20 de julho de 2013

É SAUDÁVEL SUBSTITUIR A ALIMENTAÇÃO POR SUPLEMENTAÇÃO?

Apesar de a suplementação estar cada vez mais presente na vida das pessoas, alguns levam essa hábito ao extremo, a ponto de substituir a alimentação pela mistura de substâncias.

Conhecido como “ração humana”, o complexo rico em nutrientes ganha espaço na mesa dos esportistas, não como complemento, mas como prato principal. Mas quais as consequências disso?

Diferente do que se acredita, a ração humana não é projetada para conter todas as substâncias que o corpo humano necessita e só pode ser prescrita por um/a nutricionista. “O complexo ajuda a regular as funções intestinais, acelerar o metabolismo e normalmente é usada para a perda de peso, ou seja, não é indicada para atletas, pois eles precisam repor as energias, não perdê-las”, orienta a nutricionista Bianca Bianchi.

Aliás, quando a ração humana é prescrita, ela também deve ser consumida com cautela, pois, em grande quantidade, a mistura causa gases, constipação e distensão abdominal. “A quantidade recomendada é de duas colheres de sopa ao dia misturadas a refeição”, completa a profissional.

Caso a dose seja aumentada, o indivíduo pode sofrer com os efeitos colaterais. “A ração humana é um componente usado para emagrecer, mas pode causar problemas, como aumento de peso, se for consumida no lugar das refeições. Além disso, portadores de diabetes, hipertensão e doenças crônicas precisam de orientação médica antes de consumir esta ração”, avalia a nutricionista.

Bianca Bianchi diz que, ao invés de optar por adicionar a ração humana à dieta, o atleta pode escolher opções mais naturais. “Ele (o atleta) pode preferir outros alimentos que têm a mesma finalidade, como semente de linhaça, farelo de trigo, leite de soja, aveia e açúcar mascavo”.

Suplementação - Como o nome já diz, os suplementos devem ser um complemento de vitaminas, minerais, fibras, ácidos graxos e aminoácidos, que podem estar faltando na dieta do indivíduo. “A suplementação nunca deve substituir uma refeição. No caso de atletas profissionais, a suplementação deve ser feita em parceria com a alimentação, pois há uma perda de energia muito grande. Já para os atletas que treinam na academia com frequência, uma suplementação após o treino já é o suficiente”, explica Bianca.

Saiba o que ocorre com o organismo quando alguns suplementos são consumidos em excesso:

Aminoácidos: desencadeia problemas intestinais, hepáticos e renais.
Glutamina: provoca cirrose no fígado, problemas nos rins e síndrome de Reye (doença que acomete cérebro e fígado).
Termogênicos: provoca taquicardia (que pode levar a uma arritmia) e insônia
BCAA: provoca desgaste gastrointestinal.
Óxido Nítrico: causa problemas respiratórios, coceira, vômitos, tremores, asma e sudorese intensa.
Creatina: apesar de criar a falsa ilusão de aumento muscular, o que realmente ocorre é um aumento da reserva de água dentro das células, o que faz com que as pessoas fiquem inchadas.
Proteínas: prejudica o funcionamento dos rins e fígado.
Substâncias estimulantes: provoca dependência psicológica, aumento da pressão, agitação, distúrbios do sono e falta de coordenação motora.
Óleo de Cártamo: provoca distúrbios do trato gastrointestinal, diabetes tipo 2, inflamação e risco de doenças cardiovasculares
Precursores do HGH – pode ocasionar diabetes, ginecomastia (aumento de mamas em homens), síndrome do túnel de carpo e acromegalia (gigantismo).

Saiba também o que ocorre quando vitaminas são consumidas exageradamente:

Vitaminas: prejudica o funcionamento do fígado e dos rins. Em alguns casos, provoca espinhas e flatulência.
Cálcio: pode ocasionar cálculos renais, redução de magnésio no organismo (se combinado à vitamina C), fraqueza muscular, irritabilidade, depressão, problemas de memória e anorexia.
Fósforo: em excesso pode levar à pressão alta, confusão mental e problemas cardiovasculares
Magnésio: provoca fraqueza muscular, pressão baixa, rubor na face, náuseas, insuficiência respiratória e boca seca
Ferro: Danifica o paladar metálico, causa dor de cabeça, náusea, tontura, pressão baixa, perda de peso, dor nas articulações, problemas no fígado e no coração;
Zinco: provoca anemia, febre, queda no sistema imunológico e nos níveis do colesterol HDL (colesterol bom)
Cobre: provoca náuseas, vômitos, hemorragia gastrointestinal, diarreia, anemia e cirrose.
Manganês: pode atuar no crescimento de células cancerígenas.
Vitamina A: prova ressecamento e descamação da pele, dor nos ossos, nas articulações e na cabeça, cãibras, tontura, náuseas, problemas no fígado e no crescimento.
(Matéria retirada do Portal da Educação Física)

sexta-feira, 12 de julho de 2013

15 ALIMENTOS ALIADOS DA MALHAÇÃO


Dieta equilibrada e malhação consciente podem trazer - sem dificuldades - a conquista da boa forma com saúde. Afinal, quem não quer unir uma bela aparência a uma vida saudável? Para isso, é preciso harmoniz...ar alimentação e atividade física. Até porque um bom regime alimentar irá repercutir diretamente na rotina da academia. E aqueles que praticam exercícios físicos, regularmente, possuem demandas nutricionais específicas a serem atendidas.
Existem determinados alimentos - verdadeiras fontes de energia e saúde - que auxiliam o rendimento da malhação diária, exercendo a função de suplementos alimentares naturais. Acelerando a queima de gordura ou ajudando na construção de músculos - aumentando a massa magra -, eles podem ser aliados na luta pela beleza salutar.
Dicas importantes:
Hidratação permanente: além dos poderosos itens naturais, usufrua de todos os benefícios da água (hidratação dos músculos, manutenção da temperatura corporal, eliminação de toxinas), consumindo cerca de 2 litros por dia: beba meio litro antes de malhar e, depois - durante a atividade física -, em torno de 150 a 200 ml a cada meia hora;
Reduza a ingestão de carboidratos simples, como doces, refrigerantes e outros que contenham açúcar refinado. Dê preferência a alimentos integrais;
Não importando se você é um "atleta informal" ou não, qualquer modalidade de exercício físico requer uma alimentação bem dosada. Por isso, não faça intervalos grandes durante as refeições; jamais permaneça mais de três horas sem se alimentar. Entre as refeições principais, consuma frutas, sucos e barras de cereal, por exemplo.
Os Nutricionistas Raphael Cacciari e Naiara Zugliani, sugeriram uma lista de 15 alimentos para o seu plano de malhação. Veja:

1- Carne vermelha - Número 1 em creatina, responsável pela construção dos músculos; hidrata-os e auxilia seu processo de reparação. Como sua digestão é processada lentamente, não deve ser consumida antes de você ir para a academia.


 2- Café - A cafeína estimula o desempenho físico, possibilitando concentração e muita disposição. Neuroestimulante, pode mesmo turbinar o seu treino!

 3- Ovo - Potencial fonte de proteína, diminui os níveis de gordura e contribui para a contração muscular. Bastante consumido pelos praticantes de musculação. Recomenda-se seu consumo para depois da malhação.

 4- Linhaça dourada - Rica em fibras, permite sensação de saciedade e regulariza o intestino, o que acelera o processo de emagrecimento. Poderoso alimento para você ingerir antes da prática da atividade física.

 5- Gengibre - Possui poder anti-inflamatório; alivia as dores musculares. Pesquisadores da Universidade de Tóquio revelaram que o gengibre também auxilia a queima de gordura, já que eleva a temperatura do corpo e o metabolismo em até 20%. Pode ser consumido antes e depois do treino (sugestões: em chás ou na preparação de sucos).

 6- Água de coco - Fonte de potássio, é excelente repositor eletrolítico, com indicação para exercícios leves ou pesados. Rica em minerais, vitaminas, carboidratos, aminoácidos, enzimas e antioxidantes, entre outros benefícios. Deve ser tomada antes dos exercícios e, também, durante a sua prática.

 7- Espinafre - Rico em magnésio, evita cãibras, alivia contusões e auxilia o funcionamento (ideal) dos músculos e dos nervos. Fonte de vitaminas e minerais, combate o estresse oxidativo e colabora para a reparação de tecidos. Consuma após a atividade física.

 8- Leite - Fonte de cálcio e proteína, mantém a integridade dos ossos, esvazia os indesejáveis "pneuzinhos" e tonifica os músculos. Indica-se o desnatado, claro, em vista do menor teor de gordura. Embora possa ser consumido antes e depois do treino, aconselha-se o consumo posterior, pelo fato de ter relação com o aumento de hipertrofia muscular e massa magra.

 9- Iogurte - Dê preferência também ao desnatado, pois a ingestão de gordura pode interferir negativamente na digestão, deixando de liberar a energia necessária ao gasto energético previsto. Combinando proteína e carboidrato em proporções ideais, é fonte de cálcio e, por isso, reforça os ossos. Bom para a contração muscular. Consumo diário recomendado.

 10- Laranja - Fonte potencial de vitamina C, possui função antioxidante e diminui o estresse. É fonte de ácido fólico, tiamina, fibras e potássio, ajudando a combater cãibras. Por possuir índice glicêmico entre baixo e moderado, é indicada para consumo antes das atividades físicas.

 11- Frutas vermelhas - Morangos, cerejas e framboesas, por possuírem o pigmento vermelho, contêm antocianinas; diminuem a fadiga muscular. Coma antes dos exercícios - e sempre sem adição de açúcar.

 12- Uva-passa - Atua como combustível muscular. Duas colheres (de sopa) de passas antes da academia irão potencializar o organismo para os exercícios.

 13- Amêndoas - Rejuvenescedoras, colaboram para a redução dos radicais livres, os tais do envelhecimento precoce. Para quem deseja perder peso rápido, é indicada a ingestão de algumas unidades diárias após a malhação.

 14- Salmão - Por possuir o revitalizador ômega 3, ajuda na recuperação da massa muscular; auxilia a saúde articular e o controle de eventuais inflamações. Nutricionistas orientam seu consumo três vezes por dia, depois do treino.

 15 - Chocolate amargo - Contém substâncias antioxidantes que auxiliam a vasodilatação. Ideal para exercícios que necessitem do uso da força. Consumo posterior à malhação.

Fonte: Nutrição em Ação

terça-feira, 9 de julho de 2013

EXERCÍCIOS AJUDAM O CÉREBRO A SER MAIS RESISTENTE AO ESTRESSE

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, e publicada no “Journal of Neuroscience”, a atividade física reorganiza o cérebro de forma a se tornar mais resistente ao estresse.

Testes com camundongos mostraram que quando eles mantinham atividade física regular e vivenciavam uma situação estressante - como exposição à água fria - o cérebro deles apresentava um aumento da atividade dos neurônios que cortava a emoção no hipocampo ventral, região do cérebro que regula a ansiedade. No estudo, um grupo de camundongos corria na roda enquanto outros eram sedentários. Eles corriam em média quatro quilômetros por turno e depois de seis semanas eram expostos a água fria.

O resultado mostra que os exercícios reduzem a ansiedade e também promovem o crescimento de novos neurônios no hipocampo ventral. Como estes novos neurônios são potencialmente mais excitáveis do que seus homólogos mais velhos, o exercício deveria resultar em mais ansiedade e não menos, porém os pesquisadores também descobriram que o exercício fortalece os mecanismos que previnem a perda das células cerebrais. A equipe apontou células cerebrais e regiões importantes para a regulação de ansiedade que podem ajudar em melhores tratamentos para transtornos de ansiedade. Isto também nos mostra que mais uma vez a atividade física é essencial em nossas vidas!

Por Jornalismo Portal EF


sexta-feira, 5 de julho de 2013

O CONSUMO DE CIGARRO ESTÁ ENTRE OS PRINCIPAIS AGRAVANTES NO DESEMPENHO DA ATIVIDADE FÍSICA

Cerca de 15% da população brasileira fuma. Um número que pode ser considerado alto, porém menor do que os 35% da década de 80.

O cigarro tem cerca de 4.720 substâncias, e existem três delas que comprometem muito o desempenho do atleta: nicotina, que diminui o tamanho das artérias, responsáveis em levar o sangue até o músculo, gerando um desempenho muscular bem menor, além de aumentar os batimentos cardíacos; o alcatrão, que diminui a elasticidade do pulmão; e o monóxido de carbono, que compete com o oxigênio, por isso que o indivíduo que fuma possui falta de ar com frequência.

Cigarro é uma das drogas que mais causa dependência. Se a pessoa quer parar de fumar, a motivação é muito importante, traçar estratégias como o exercício físico, além do uso de medicação e técnicas psicoterápicas, também podem ajudar no processo. O exercício regular promove a sensação de prazer, que estimula a pessoa a cada vez mais repetir o comportamento e isso vai deixando o cigarro em segundo plano, o cérebro vai se organizando de outra forma. Vale ressaltar que o prazer do esporte tem que estar associado, não adianta fazer uma atividade apenas para parar de fumar. O ideal é que a pessoa se sinta bem durante a atividade e entenda a importância para a saúde corporal e mental desse novo habito.

(Matéria retirada do Portal da Educação Física)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Entenda porque maçã faz aumentar a fome

Às vezes, quando se come maçã, é comum a sensação de ter mais fome ainda. Pelo menos é o que acontece com a  maioria das pessoas que tentam comer maçã em dietas de emagrecimento. Mas, por que será que isto acontece? O que a maçã tem de especial para provocar tais sensações?

Apesar de ser mais comum com a maçã, isto pode acontecer com qualquer outra fruta ou alimentos leves, devido à rapidez na absorção dos nutrientes e pelo controle da glicemia, principalmente se a pessoas estiver há muitas horas sem alimento.

Existe um hormônio chamado insulina que tem a função de  controlar a glicemia (níveis de glicose  no sangue). Esse controle está relacionado a entrada de glicose nas células e, destas para os tecidos. Toda vez que alimentamos, ocorre esse ciclo de entrada e acúmulo de glicose na célula. Frutas como a maçã, tem digestão muito fácil e  rápida. Porém, se a pessoa estiver com muita fome e comer apenas uma maçã, ocorre grande liberação de insulina, o que faz as células “exigirem” mais glicose imediatamente. Como a glicose vêm dos alimentos,  resulta na sensação de aumentar a fome após comer maçã.

Mas, a maçã é um fruto de excelentes valores nutritivos e terapêuticos. Inclusive, há evidências de aumento da longevidade e da prevenção de doenças graves através da ingestão de uma ou mais maçãs por dia.

Confira as vantagens de incluir a maçã na lista de alimentos prioritários:
1. Fruta de de baixa caloria, auxilia na redução de medidas e dietas especiais
2. Fonte de vitaminas do complexo B, Vitaminas A e C
3. Possui vários minerais, principalmente o Fósforo, que ajuda na regulação do humor e atua inibindo o cansaço mental.
4. Rica em Flavonóides, um potente antioxidante e ainda regula os níveis de colesterol no sangue.
5. Possui bastante fibras solúveis, importantes na regulação das funções intestinais.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Inverno é melhor estação para queimar calorias

A maioria das pessoas pode pensar que o verão é a melhor estação para queimar calorias, mas não é!

De acordo com o profissional de Educação Física, Gilmar Ravazoli, da rede de academias Fit Premium, o melhor momento para eliminar os excessos é justamente o inverno. Isso porque, para aquecer o corpo no frio, o organismo gasta mais energia, o que acelera o metabolismo.

Ainda segundo o educador físico, não existe uma forma de calcular o percentual de perda exato em cada estação. "A queima calórica está relacionado ao peso, à idade e ao índice de gordura de cada pessoa", justifica.

Mas, para que a malhação no inverno não acabe em lesão, o profissional recomenda atenção especial ao aquecimento dos músculos.

(Matéria publicada em portal Terra e retirada do site Portal da Educação Física)

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Exercício na gravidez reduz excesso de peso do recém-nascido

A prática de exercício físico moderado três vezes por semana durante o segundo e o terceiro trimestre da gravidez reduz pela metade o risco de bebês nascerem com um peso elevado, no caso, mais de quatro quilos.

Segundo um estudo publicado na revista British Journal of Sports Medicine, a redução do risco de nascimento de bebês mais pesados leva igualmente a uma diminuição do risco dos partos por cesariana. No estudo, 510 grávidas sedentárias foram analisadas e submetidas a um programa de treino de 55 minutos de exercício aeróbico, alongamento muscular e flexibilidade durante três dias por semana, a partir da 10ª - 12ª semana de gravidez até à 38ª -39ª.

Os resultados mostraram que o programa não reduziu o aparecimento da diabetes mellitus gestacional, mas sim, os dois maiores riscos que lhe estão associados: a macrossomia (excesso de peso do recém-nascido), que se reduziu em 58%, e o parto por cesariana, que diminuiu 34%. O estudo foi elaborado por Jonatan Ruiz, da Universidade de Granada, Rubén Barakat, da Universidade Politécnica de Madrid, e Alejandro Lucía, da Universidade Europeia de Madrid. Segundo os pesquisadores, os resultados reforçam a necessidade da realização de exercícios físicos com vigilância durante a gravidez para o combate dos efeitos negativos da diabetes mellitus gestacional.

Por Jornalismo Portal EF

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Salto alto pode causar desequilíbrio muscular e degeneração nas articulações

Um dos acessórios considerados primordiais nos guarda-roupas femininos pode ser muito mais que elegante e bonito.

O salto alto tão querido pelas mulheres pode se tornar um inimigo à saúde. Muito além de desconfortos, dores e varizes, o salto alto pode ser responsável por sintomas mais graves, como diminuição de músculos e tendões, além de afetar joelhos e coluna. Portanto, acima de três centímetros, o salto já pode trazer diversos problemas.

Mulheres praticantes de atividades físicas e que costumam usar sapatos de salto alto podem ter o desempenho prejudicado, principalmente em atividades de impacto. Na corrida, por exemplo, a atleta pode ser prejudicada já que sapatos de salto alto afetam principalmente panturrilhas e joelhos, grupos musculares mais trabalhados durante o exercício.

Segundo o ortopedista, Alexandre Campello, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia no Joelho, o salto alto altera a biomecânica da passada e força a flexão da planta do pé. Por isso, se o uso do salto alto for imprescindível, o especialista recomenda que se dê preferência para saltos grossos, que dão maior sustentação ao corpo.


(Matéria retirada do site Portal da Educação física)

segunda-feira, 10 de junho de 2013

ESTUDO INDICA QUE PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA FAZ BEM AO CÉREBRO


Uma pesquisa divulgada pelos cientistas da Universidade de Harvard dos Estados Unidos, essa semana indica que a prática de atividades físicas de forma regular é capaz de proteger o cérebro de efeitos como a perda da memória.

De acordo com os cientistas envolvidos na pesquisa, é possível prevenir o declínio cognitivo, recuperar as lembranças que haviam se perdido, melhorar a concentração e até a esperteza por meio dos exercícios regulares e de intensidade moderada, já que a prática ajuda na manutenção da pressão sanguínea e do peso, melhora a energia e o humor, reduz a ansiedade e o estresse, mantém o coração saudável: medidas que colaboram com a saúde cerebral.

Além disso, ao se exercitar, mais células cerebrais são usadas e há uma regulação nas substâncias químicas produzidas pelo órgão. Praticar meia hora de exercícios de intensidade moderada cinco dias por semana já é essencial para alcançar tais resultados, menos que isso não adianta.
(Matéria retira do Portal da Educação Física)
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