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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
ATIVIDADE FÍSICA REDUZ RISCO DE PERDA AUDITIVA EM OBESAS
Um novo estudo do Brigham and Women's Hospital, em Boston (EUA) afirma que a obesidade
pode estar ligada a perda auditiva.
Mais de 68.000 mulheres foram acompanhadas entre 1989 e 2009, respondendo a cada dois anos perguntas detalhadas sobre sua saúde e hábitos diários. Em 2009, elas foram questionadas se tinham apresentado alguma perda auditiva e, em caso afirmativo, com que idade. Vale ressaltar que foram levados em conta outros fatores no estudo, como o tabagismo, uso de medicamentos e qualidade da dieta
da voluntária.
Uma em cada seis mulheres relataram perda de audição durante a pesquisa. As participantes que apresentavam um maior índice de massa corporal (IMC) ou maior circunferência da cintura apresentaram maior risco de problemas de audição, quando comparadas a mulheres com peso normal. De acordo com os pesquisadores, a obesidade
causa estreitamento dos vasos sanguíneos, o que pode comprometer o fluxo de sangue. Pessoas acima do peso também são mais propensas a ter pressão arterial elevada, outra condição que pode dificultar o fluxo sanguíneo e prejudicar a audição.
Mulheres com IMC entre 30 e 39 (consideradas obesas) foram 17% a 22% mais propensas a sofrer perda de audição do que as mulheres com IMC menor do que 25. Já as mulheres que se enquadravam na categoria de obesidade extrema (IMC acima de 40) apresentaram maior risco de problemas de audição, sendo cerca de 25% mais propensas ao problema. Além disso, as mulheres com cinturas maiores foram até 27% mais propensas à perda de audição do que as mulheres com cinturas menores.
Porém, os pesquisadores perceberam que as participantes adeptas de atividade física tiveram uma queda no risco. As mulheres que caminhavam por quatro ou mais horas por semana, por exemplo, tiveram uma queda de 15% no risco, na comparação com mulheres que caminhavam menos de uma hora por semana. E mais uma vez a atividade física pode ser responsável por uma melhor condição de saúde, além de prevenção de problemas, como a perda auditiva.
Por Jornalismo Portal EF
Mais de 68.000 mulheres foram acompanhadas entre 1989 e 2009, respondendo a cada dois anos perguntas detalhadas sobre sua saúde e hábitos diários. Em 2009, elas foram questionadas se tinham apresentado alguma perda auditiva e, em caso afirmativo, com que idade. Vale ressaltar que foram levados em conta outros fatores no estudo, como o tabagismo, uso de medicamentos e qualidade da dieta
Uma em cada seis mulheres relataram perda de audição durante a pesquisa. As participantes que apresentavam um maior índice de massa corporal (IMC) ou maior circunferência da cintura apresentaram maior risco de problemas de audição, quando comparadas a mulheres com peso normal. De acordo com os pesquisadores, a obesidade
Mulheres com IMC entre 30 e 39 (consideradas obesas) foram 17% a 22% mais propensas a sofrer perda de audição do que as mulheres com IMC menor do que 25. Já as mulheres que se enquadravam na categoria de obesidade extrema (IMC acima de 40) apresentaram maior risco de problemas de audição, sendo cerca de 25% mais propensas ao problema. Além disso, as mulheres com cinturas maiores foram até 27% mais propensas à perda de audição do que as mulheres com cinturas menores.
Porém, os pesquisadores perceberam que as participantes adeptas de atividade física tiveram uma queda no risco. As mulheres que caminhavam por quatro ou mais horas por semana, por exemplo, tiveram uma queda de 15% no risco, na comparação com mulheres que caminhavam menos de uma hora por semana. E mais uma vez a atividade física pode ser responsável por uma melhor condição de saúde, além de prevenção de problemas, como a perda auditiva.
Por Jornalismo Portal EF
sábado, 21 de dezembro de 2013
COMUNICADO
A Academia UCP devido ao sucesso do 1° Circuito de Atividade Física e Saúde da Academia UCP e a quantidades de matrículas realizadas está ampliando e inovando.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Gordorexia: distúrbio provoca percepção distorcida da própria imagem
Transtorno faz obeso se enxergar magro ou abaixo do peso ideal.
A disfunção dismórfica corporal é um transtorno mental que se caracteriza por afetar a percepção da própria imagem corporal, levando o indivíduo a ter preocupações irracionais sobre defeitos em alguma parte de seu corpo (nariz torto, olhos desalinhados, imperfeições na pele, etc.). Essa percepção distorcida pode ser totalmente falsa, conhecida entre os médicos como ”percepção imaginária” ou, ainda, estar baseada em sutis alterações na aparência, resultando em reações exageradas que podem acarretar uma série de prejuízos sociais, familiares e profissionais.
Entre os distúrbios da imagem está a fatorexia, popularmente conhecida como gordorexia, que faz com que pessoas obesas se enxerguem magras ou abaixo do peso ideal. É o extremo oposto da famosa anorexia nervosa, que causa emagrecimento doentio pela ausência de alimentação.
Os principais tipos de Transtorno Alimentar são a anorexia nervosa e a bulimia. Entretanto, tem havido considerável aumento no número de pacientes em tratamento de compulsividade alimentar e gordorexia: “Nos últimos anos, constatou-se que uma parcela dos obesos em tratamento - cerca de 30% - apresenta um comportamento de descontrole alimentar com a ingestão compulsiva de grandes quantidades de alimento e a sensação de perda de controle. Este quadro está relacionado diretamente com a gordorexia que, nos últimos tempos, apareceu com força entre os pacientes, mesmo ainda não sendo reconhecida como doença pela OMS”.
Explica a psicóloga: “Neste estado psicológico, o portador de gordorexia se enxerga no espelho exatamente com seus quilos excedentes, porém acredita que a imagem refletida no espelho esteja com o peso ideal e que está tudo sob controle, quando na realidade existe obesidade, doença séria que atinge considerável número de brasileiros. Esta falta de consciência coloca o indivíduo em um círculo vicioso: ele não prioriza uma dieta para perda de peso, não procura ajuda, e continua com os mesmos hábitos alimentares, o que fatalmente o levará a um aumento de peso constante”.
Ela também revela detalhes sobre o tratamento, que “deve começar com auxílio psicológico e respaldo médico. Depois, a continuidade é feita por um nutricionista. Atividade física é essencial para o tratamento de qualquer obeso, inclusive dos pacientes de gordorexia. A liberação de endorfina e de muitas substâncias durante e após a prática de atividade física auxilia no tratamento. Mas tudo isso após o prévio diagnóstico e controle do estado emocional”.
Para a psicóloga, prevenir é dever da sociedade: “A prevenção é essencial. Deve ser repetida, enfatizada, reprisada quantas vezes for necessário. A mídia pode ser a porta de entrada de muitas obsessões, por isso devemos ficar em alerta. Não há remédio, não há bola de cristal. Precisamos preparar e cuidar do equilíbrio emocional”, alerta.
“Fui ao médico endocrinologista da família, atendendo a um pedido da minha mãe”, revela a nutricionista. “Eu não queria ir, achava que não era necessário e que perderia tempo. Tive uma surpresa: estava obesa. Sem nenhum outro tipo de problema de saúde, mas obesa. Foi um choque de realidade e, mesmo assim, minha visão ainda era turva. Procurei o Ambulim, onde iniciei tratamento com a equipe de compulsão alimentar. Ainda nem se falava em gordorexia, mas hoje sei que foi exatamente o que passei. Foi uma fase muito difícil e o apoio da minha família e amigos foi a minha base”.
Sobre o tratamento, Milene conta: “Passei a realizar atividades físicas e me apaixonei pela nutrição esportiva. Estava cursando biomedicina e parei para fazer nutrição. Meu irmão, profissional de educação física, me chamou para abrirmos uma Curves, academia especializada em mulheres, e topei. Me apaixonei ainda mais e fiz pós graduação em nutrição esportiva. Hoje, presto assessoria nutricional para todas as minhas clientes e faço questão de entender os porquês de cada uma delas”.
Milene realiza periodicamente, na empresa, encontros que reúnem psicólogos e especialistas sobre distúrbios sociais da vida moderna. A experiência mexe com os sentimentos da nutricionista: “Eu venci. Foi uma barra pesada e eu procuro me inteirar nesse meio, realizando de tempos em tempos encontros que trazem psicólogos, nutrólogos, endocrinologistas e outras as áreas correlatas, para debatermos. Aprendi isso no Ambulim e valorizo. Também realizo encontros que falam de doenças da mulher, como encontros preventivos de câncer de mama e ovário, e caminhadas pela saúde”.
Sobre sua trajetória, conclui, emocionada: “Hoje sou atleta, maratonista, apaixonada por crossfit e levo uma vida saudável após superar meus próprios medos”.
Consultoria Técnica: Márcio Santos
Por Jornalismo Portal EF
A disfunção dismórfica corporal é um transtorno mental que se caracteriza por afetar a percepção da própria imagem corporal, levando o indivíduo a ter preocupações irracionais sobre defeitos em alguma parte de seu corpo (nariz torto, olhos desalinhados, imperfeições na pele, etc.). Essa percepção distorcida pode ser totalmente falsa, conhecida entre os médicos como ”percepção imaginária” ou, ainda, estar baseada em sutis alterações na aparência, resultando em reações exageradas que podem acarretar uma série de prejuízos sociais, familiares e profissionais.
Entre os distúrbios da imagem está a fatorexia, popularmente conhecida como gordorexia, que faz com que pessoas obesas se enxerguem magras ou abaixo do peso ideal. É o extremo oposto da famosa anorexia nervosa, que causa emagrecimento doentio pela ausência de alimentação.
O que causa
De acordo com a psicóloga Vivian Albuquerque, do Ambulim - Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, os distúrbios da imagem são muito comuns e ocorrem, na maioria dos casos, sem que o portador perceba. Outra característica é que, de maneira geral, atingem em maior número as mulheres: “Os transtornos alimentares são produtos de uma complexa inter-relação entre aspectos biológicos, psicológicos e socioculturais. Como são problemas multifatoriais em sua gênese, ultrapassam a capacidade terapêutica de qualquer um, isoladamente. As mulheres são as mais afetadas pelos quadros de distúrbio de imagem, devido à exposição do corpo, feminilidade, fatores hormonais, etc. Daí a importância de uma interação multidisciplinar e da percepção de pessoas do convívio”, explica.Os principais tipos de Transtorno Alimentar são a anorexia nervosa e a bulimia. Entretanto, tem havido considerável aumento no número de pacientes em tratamento de compulsividade alimentar e gordorexia: “Nos últimos anos, constatou-se que uma parcela dos obesos em tratamento - cerca de 30% - apresenta um comportamento de descontrole alimentar com a ingestão compulsiva de grandes quantidades de alimento e a sensação de perda de controle. Este quadro está relacionado diretamente com a gordorexia que, nos últimos tempos, apareceu com força entre os pacientes, mesmo ainda não sendo reconhecida como doença pela OMS”.
Tratamento
A gordorexia não possui embasamento científico, mas é considerada um transtorno da vida moderna, com tratamento diretamente associado ao cuidado psicológico e social. Os portadores de gordorexia e outros distúrbios da imagem devem passar por avaliação médica e psicológica, para que o tratamento correto seja indicado. Afinal, obesidade é doença e deve ser tratada por especialistas e nutricionistas.Explica a psicóloga: “Neste estado psicológico, o portador de gordorexia se enxerga no espelho exatamente com seus quilos excedentes, porém acredita que a imagem refletida no espelho esteja com o peso ideal e que está tudo sob controle, quando na realidade existe obesidade, doença séria que atinge considerável número de brasileiros. Esta falta de consciência coloca o indivíduo em um círculo vicioso: ele não prioriza uma dieta para perda de peso, não procura ajuda, e continua com os mesmos hábitos alimentares, o que fatalmente o levará a um aumento de peso constante”.
Ela também revela detalhes sobre o tratamento, que “deve começar com auxílio psicológico e respaldo médico. Depois, a continuidade é feita por um nutricionista. Atividade física é essencial para o tratamento de qualquer obeso, inclusive dos pacientes de gordorexia. A liberação de endorfina e de muitas substâncias durante e após a prática de atividade física auxilia no tratamento. Mas tudo isso após o prévio diagnóstico e controle do estado emocional”.
Prevenção
A passagem da informação de forma clara, concisa e transparente à opinião pública, a educadores, pais e aos grupos de risco é fundamental para a prevenção de qualquer distúrbio alimentar. A colaboração para a saúde, bem estar e autoestima é uma das formas mais eficazes de combate aos problemas de cunho emocional.Para a psicóloga, prevenir é dever da sociedade: “A prevenção é essencial. Deve ser repetida, enfatizada, reprisada quantas vezes for necessário. A mídia pode ser a porta de entrada de muitas obsessões, por isso devemos ficar em alerta. Não há remédio, não há bola de cristal. Precisamos preparar e cuidar do equilíbrio emocional”, alerta.
Gordorexia real: de portadora de gordorexia a nutricionista esportiva
A nutricionista esportiva e empresária Milene Santinella é um exemplo vivo da gordorexia. Aos 20 anos, pesava 114 quilos e só teve consciência da compulsão alimentar e do distúrbio da imagem após ida forçada ao endocrinologista.“Fui ao médico endocrinologista da família, atendendo a um pedido da minha mãe”, revela a nutricionista. “Eu não queria ir, achava que não era necessário e que perderia tempo. Tive uma surpresa: estava obesa. Sem nenhum outro tipo de problema de saúde, mas obesa. Foi um choque de realidade e, mesmo assim, minha visão ainda era turva. Procurei o Ambulim, onde iniciei tratamento com a equipe de compulsão alimentar. Ainda nem se falava em gordorexia, mas hoje sei que foi exatamente o que passei. Foi uma fase muito difícil e o apoio da minha família e amigos foi a minha base”.
Sobre o tratamento, Milene conta: “Passei a realizar atividades físicas e me apaixonei pela nutrição esportiva. Estava cursando biomedicina e parei para fazer nutrição. Meu irmão, profissional de educação física, me chamou para abrirmos uma Curves, academia especializada em mulheres, e topei. Me apaixonei ainda mais e fiz pós graduação em nutrição esportiva. Hoje, presto assessoria nutricional para todas as minhas clientes e faço questão de entender os porquês de cada uma delas”.
Milene realiza periodicamente, na empresa, encontros que reúnem psicólogos e especialistas sobre distúrbios sociais da vida moderna. A experiência mexe com os sentimentos da nutricionista: “Eu venci. Foi uma barra pesada e eu procuro me inteirar nesse meio, realizando de tempos em tempos encontros que trazem psicólogos, nutrólogos, endocrinologistas e outras as áreas correlatas, para debatermos. Aprendi isso no Ambulim e valorizo. Também realizo encontros que falam de doenças da mulher, como encontros preventivos de câncer de mama e ovário, e caminhadas pela saúde”.
Sobre sua trajetória, conclui, emocionada: “Hoje sou atleta, maratonista, apaixonada por crossfit e levo uma vida saudável após superar meus próprios medos”.
Consultoria Técnica: Márcio Santos
Por Jornalismo Portal EF
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
ESTUDO DIZ QUE ATIVIDADE FÍSICA MELHORA DESEMPENHO DE ALUNOS
Pesquisa avaliou atividade física e notas de 5 mil adolescentes. Resultado foi mais acentuado entre meninas na disciplina de ciências.
Nova pesquisa britânica publicada mostra que praticar exercícios regularmente melhorou as notas escolares de adolescentes e ajudou particularmente as meninas nos estudos de ciências.
Segundo descobertas divulgadas na edição online do periódico britânico "Journal of Sports Medicine", quanto mais ativas fisicamente forem, melhor o desempenho das crianças na escola. E, de acordo com um comunicado de imprensa, os "resultados das meninas em ciências pareceram ser aqueles que mais se beneficiaram" das atividades físicas.
Há muito tempo se acredita que movimentar o corpo impulsiona o funcionamento do cérebro, mas poucas evidências científicas existiam até agora. Para fazer o estudo, cientistas de Inglaterra, Escócia e Estados Unidos mediram o nível de atividade física de quase 5.000 meninos e meninas de 11 anos, que vestiram um "acelerômetro" leitor de movimento durante uma semana.
Seu desempenho acadêmico em inglês, matemática e ciências foi avaliado aos 11, 13 e 16 anos de idade. As crianças mais ativas fisicamente aos 11 anos tiveram um desempenho melhor nas três fases e em todas as disciplinas.
De acordo com os resultados, cada 17 minutos de exercícios diários aos 11 anos produziram uma melhora adicional nas notas dos meninos, e 12 minutos diários para as meninas com 16 anos.
O efeito foi notavelmente grande para as meninas em aulas de ciências. "Esta é uma descoberta importante, especialmente à luz da atual política do Reino Unido e da Comissão Europeia de aumentar o número de meninas em temas científicos", escreveram os autores.
No entanto, os cientistas se preocuparam em observar que aos 11 anos, os meninos praticam em média 29 minutos de exercícios de moderados a vigorosos por dia e as meninas, cerca de 18 minutos, muito menos do que os 60 minutos recomendados.
"As descobertas impeliram os autores a especular sobre o que poderia acontecer com o desempenho acadêmico se as crianças aumentassem a quantidade de atividade física de moderada a vigorosa que faziam para os recomendados 60 minutos", destacou o comunicado.
As crianças foram recrutadas em um projeto de larga escala denominado Avon Longitudinal Study of Parents and Children (ALSPAC ou Estudo Longitudinal Avon de Pais e Filhos, em tradução literal), no sudoeste da Inglaterra.
Os cientistas ajustaram os resultados para fatores que poderiam influenciar as descobertas, como peso da criança ao nascer, se suas mães fumaram durante a gravidez, peso e origem socioeconômica.
Segundo os cientistas, são necessárias novos estudos para entender como os exercícios conduziram a um desempenho melhor.
"As descobertas tem implicações nas políticas de saúde pública e educacional ao fornecer aos pais e às escolas um parâmetro potencialmente importante de melhorias significativas e sustentadas na atividade física", escreveram.
Matéria publicada no site G1.
Nova pesquisa britânica publicada mostra que praticar exercícios regularmente melhorou as notas escolares de adolescentes e ajudou particularmente as meninas nos estudos de ciências.
Segundo descobertas divulgadas na edição online do periódico britânico "Journal of Sports Medicine", quanto mais ativas fisicamente forem, melhor o desempenho das crianças na escola. E, de acordo com um comunicado de imprensa, os "resultados das meninas em ciências pareceram ser aqueles que mais se beneficiaram" das atividades físicas.
Há muito tempo se acredita que movimentar o corpo impulsiona o funcionamento do cérebro, mas poucas evidências científicas existiam até agora. Para fazer o estudo, cientistas de Inglaterra, Escócia e Estados Unidos mediram o nível de atividade física de quase 5.000 meninos e meninas de 11 anos, que vestiram um "acelerômetro" leitor de movimento durante uma semana.
Seu desempenho acadêmico em inglês, matemática e ciências foi avaliado aos 11, 13 e 16 anos de idade. As crianças mais ativas fisicamente aos 11 anos tiveram um desempenho melhor nas três fases e em todas as disciplinas.
De acordo com os resultados, cada 17 minutos de exercícios diários aos 11 anos produziram uma melhora adicional nas notas dos meninos, e 12 minutos diários para as meninas com 16 anos.
O efeito foi notavelmente grande para as meninas em aulas de ciências. "Esta é uma descoberta importante, especialmente à luz da atual política do Reino Unido e da Comissão Europeia de aumentar o número de meninas em temas científicos", escreveram os autores.
No entanto, os cientistas se preocuparam em observar que aos 11 anos, os meninos praticam em média 29 minutos de exercícios de moderados a vigorosos por dia e as meninas, cerca de 18 minutos, muito menos do que os 60 minutos recomendados.
"As descobertas impeliram os autores a especular sobre o que poderia acontecer com o desempenho acadêmico se as crianças aumentassem a quantidade de atividade física de moderada a vigorosa que faziam para os recomendados 60 minutos", destacou o comunicado.
As crianças foram recrutadas em um projeto de larga escala denominado Avon Longitudinal Study of Parents and Children (ALSPAC ou Estudo Longitudinal Avon de Pais e Filhos, em tradução literal), no sudoeste da Inglaterra.
Os cientistas ajustaram os resultados para fatores que poderiam influenciar as descobertas, como peso da criança ao nascer, se suas mães fumaram durante a gravidez, peso e origem socioeconômica.
Segundo os cientistas, são necessárias novos estudos para entender como os exercícios conduziram a um desempenho melhor.
"As descobertas tem implicações nas políticas de saúde pública e educacional ao fornecer aos pais e às escolas um parâmetro potencialmente importante de melhorias significativas e sustentadas na atividade física", escreveram.
Matéria publicada no site G1.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
COMO DEVE SER A HIDRATAÇÃO DURANTE E APÓS O TREINO?
A maioria sabe importância da hidratação antes, durante e depois dos treinos, e o ideal é estar hidratado durante as 24 horas do dia.
Mas, o que beber e quanto beber?
Importante: nunca começar o exercicio sem estar hidratado.
Cerca de 2 horas antes do treino, ingerir 300ml de água ou sucos.
Durante: 200ml de água ou sucos a cada 20minutos
Após: depende da duração, para treinos prolongados com 50 minutos ou mais, o ideal é água de coco e bebidas esportivas e para treinos mais curtos, água.
Matéria retirada do Portal da EF
Mas, o que beber e quanto beber?
Importante: nunca começar o exercicio sem estar hidratado.
Cerca de 2 horas antes do treino, ingerir 300ml de água ou sucos.
Durante: 200ml de água ou sucos a cada 20minutos
Após: depende da duração, para treinos prolongados com 50 minutos ou mais, o ideal é água de coco e bebidas esportivas e para treinos mais curtos, água.
Matéria retirada do Portal da EF
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
MITOS E VERDADES DA ALIMEMENTAÇÃO PARA GANHO DE MASSA MUSCULAR
A prática de exercícios físicos costuma gerar dúvidas relacionadas à alimentação adequada entre aqueles que almejam o ganho de massa muscular.
Esses questionamentos acontecem pelo fato do consumo de inúmeros alimentos apresentarem mitos em relação aos benefícios ou prejuízos que podem causar à saúde. Por isso, estão abaixo as respostas para as dúvidas mais comuns que aparecem no dia a dia dos praticantes de atividade física:
Mito. A soja é uma fonte de proteína vegetal de alto valor biológico, ou seja, apresenta todos os aminoácidos essenciais. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a soja é uma proteína completa. Dessa forma, assim como a proteína animal, a soja também é uma alternativa aos praticantes de atividade física. Pois é a única proteína vegetal que contém quantidades adequadas de aminoácidos com funções anabólicas, como arginina e glutamina. Além disso, apresenta grandes quantidades de aminoácidos de cadeia ramificada como isoleucina, leucina e valina, que servem como fonte de energia durante o exercício, poupador e provedor de massa muscular durante e após o treino. Dentre as diversas maneiras de consumo da soja, as bebidas à base de soja oferecem facilidade e segurança no consumo.
Mito. Uma alimentação equilibrada contém todos os macronutrientes necessários para ganho de massa muscular e aliada ao treino correto pode levar a esse ganho sem a necessidade do uso suplementos. A maioria dos suplementos é composta por um nutriente exclusivo, como carboidratos, proteínas e/ou uma combinação de aminoácidos, e não por uma combinação equilibrada de nutrientes como acontece na alimentação. Por isso, antes de iniciar o uso de suplementos, é necessário procurar um nutricionista para realizar avaliação individual física e da dieta, para desta forma, identificar a necessidade ou não do uso de suplementos alimentares.
Mito. Após a atividade física é necessário repor o glicogênio muscular para a preservação da massa magra, o que só é atingido com quantidades adequadas de carboidratos e proteínas. Os carboidratos são fonte de energia e repõem o glicogênio perdido, enquanto as proteínas fornecem aminoácidos para síntese e reparo do tecido muscular. O ideal é que a refeição pós-treino aconteça de 30 a 60 minutos após o término da atividade e seja composta por um mix de carboidratos e proteínas, capazes de tornar a recuperação muscular mais rápida.
Verdade. A desidratação pode comprometer o desempenho durante o exercício físico. Dessa forma, é importante ingerir líquidos antes, durante e depois do treino para equilibrar as perdas de fluidos e eletrólitos que acontecem através do suor. Recomenda-se a ingestão de aproximadamente 500ml de líquidos 2 horas antes do exercício; durante o exercício, em intervalos regulares e de acordo com a sede. Após o exercício, a ingestão deve ser cerca de 450ml a cada 500g de peso perdido . Já em exercícios que apresentam duração superior à uma hora, é importante a ingestão de bebidas com adição de quantidades adequadas de carboidratos e eletrólitos, pois permitem a manutenção de energia para continuidade do exercício físico e previnem a perda de minerais.
REFERÊNCIA:
1. American Dietetic Association. Position of the American Dietetic Association, Dietitians of Canada, and the American College of Sports Medicine: Nutrition and Athletic Performance. J Am Diet Assoc. 2009;109:509-527.
Artigo publicado por AdeS
Esses questionamentos acontecem pelo fato do consumo de inúmeros alimentos apresentarem mitos em relação aos benefícios ou prejuízos que podem causar à saúde. Por isso, estão abaixo as respostas para as dúvidas mais comuns que aparecem no dia a dia dos praticantes de atividade física:
1. Os praticantes de atividade física necessitam de uma alimentação diferenciada?
Verdade. Quando um indivíduo inicia a prática de atividade física ocorre aumento do gasto energético, tornando as necessidades nutricionais diferentes daquelas destinadas às pessoas sedentárias. A alimentação com carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais em quantidades adequadas são importantes não apenas para fornecer energia como também para preservar a massa muscular, maximizar a utilização e transporte de oxigênio e regular os processos metabólicos decorrentes do exercício. Mas para que a nutrição seja uma aliada ao desempenho físico, é importante a correta hidratação e o treinamento específico para o objetivo de cada pessoa.2. O consumo de soja atrapalha o ganho de massa muscular?
Mito. A soja é uma fonte de proteína vegetal de alto valor biológico, ou seja, apresenta todos os aminoácidos essenciais. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a soja é uma proteína completa. Dessa forma, assim como a proteína animal, a soja também é uma alternativa aos praticantes de atividade física. Pois é a única proteína vegetal que contém quantidades adequadas de aminoácidos com funções anabólicas, como arginina e glutamina. Além disso, apresenta grandes quantidades de aminoácidos de cadeia ramificada como isoleucina, leucina e valina, que servem como fonte de energia durante o exercício, poupador e provedor de massa muscular durante e após o treino. Dentre as diversas maneiras de consumo da soja, as bebidas à base de soja oferecem facilidade e segurança no consumo.
3. Ganhar massa muscular só é possível com o uso de suplementos?
Mito. Uma alimentação equilibrada contém todos os macronutrientes necessários para ganho de massa muscular e aliada ao treino correto pode levar a esse ganho sem a necessidade do uso suplementos. A maioria dos suplementos é composta por um nutriente exclusivo, como carboidratos, proteínas e/ou uma combinação de aminoácidos, e não por uma combinação equilibrada de nutrientes como acontece na alimentação. Por isso, antes de iniciar o uso de suplementos, é necessário procurar um nutricionista para realizar avaliação individual física e da dieta, para desta forma, identificar a necessidade ou não do uso de suplementos alimentares.
4. Para o ganho de massa muscular, apenas o consumo de proteínas é necessário no pós-treino?
Mito. Após a atividade física é necessário repor o glicogênio muscular para a preservação da massa magra, o que só é atingido com quantidades adequadas de carboidratos e proteínas. Os carboidratos são fonte de energia e repõem o glicogênio perdido, enquanto as proteínas fornecem aminoácidos para síntese e reparo do tecido muscular. O ideal é que a refeição pós-treino aconteça de 30 a 60 minutos após o término da atividade e seja composta por um mix de carboidratos e proteínas, capazes de tornar a recuperação muscular mais rápida.
5. A ingestão de líquidos auxilia no desempenho durante a atividade física?
Verdade. A desidratação pode comprometer o desempenho durante o exercício físico. Dessa forma, é importante ingerir líquidos antes, durante e depois do treino para equilibrar as perdas de fluidos e eletrólitos que acontecem através do suor. Recomenda-se a ingestão de aproximadamente 500ml de líquidos 2 horas antes do exercício; durante o exercício, em intervalos regulares e de acordo com a sede. Após o exercício, a ingestão deve ser cerca de 450ml a cada 500g de peso perdido . Já em exercícios que apresentam duração superior à uma hora, é importante a ingestão de bebidas com adição de quantidades adequadas de carboidratos e eletrólitos, pois permitem a manutenção de energia para continuidade do exercício físico e previnem a perda de minerais.
REFERÊNCIA:
1. American Dietetic Association. Position of the American Dietetic Association, Dietitians of Canada, and the American College of Sports Medicine: Nutrition and Athletic Performance. J Am Diet Assoc. 2009;109:509-527.
Artigo publicado por AdeS
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